A revolução dos aplicativos – não fique de fora!

Atualmente é difícil imaginar nossa vida sem aplicativos.

Hoje a maioria das pessoas possui um smartphone e/ou um tablet. E neles, diversos aplicativos instalados. Aplicativos das mais diversas categorias, desde jogos, passando por redes sociais, transporte compartilhado, editores de fotos, até monitores de atividade física.

Com eles tiramos o máximo de proveito dos nossos aparelhos: podemos viajar para qualquer lugar com um GPS com navegação, capturamos vídeo e fazemos a edição de pequenos filmes, conseguimos pagar nossas contas em um banco virtual, etc.

A medida que os hardwares vão evoluindo e incorporando mais tecnologia e sensores, as possibilidades são infinitas! Hoje já temos em alguns aparelhos do mercado: bússola, barômetro, leitor de impressões digitais, sensor de luminosidade, câmera térmica

 

Breve histórico

A revolução dos aplicativos que estamos vendo agora começou com a Apple em 2008, quando ela lançou o iPhone 3G e sua AppStore.

Eu acredito que vários fatores se complementaram e criaram o ambiente propício para essa evolução exponencial. Afinal, o smartphone já existia e a Microsoft já tinha criado o tablet em 2002 (o finado Tablet PC).

  • Tecnologia: a conexão de dados sem fio (Wi-Fi, 3G, Bluetooth) e a miniaturização de componentes (telas touch, baterias, câmeras, etc.) permitiram que uma gama de tecnologia nunca vista pudesse ser embarcada em um simples celular.
  • Acessibilidade: o iOS (na época iPhone OS) utilizava esqueumorfismo. A agenda, por exemplo, imita a aparência de uma agenda tradicional feita de papel. Assim, até o usuário mais leigo ficava mais familiarizado com a interface do software.
  • AppStore: Pode nem ter sido a primeira loja de softwares on-line, mas foi a que popularizou o conceito. Os preços menores em relação aos softwares de prateleira e a possibilidade de publicar aplicativos com baixo custo (licença de desenvolvedor anual e porcentagem nas vendas) fizeram com que esse modelo de negócios fosse incorporado em empresas concorrentes, como Google e Microsoft.

 

As principais lojas

  • AppStore: Lançada em 2008. De cada aplicativo vendido, a Apple fica com 30% do valor. Em pouco mais de 6 meses de existência foram baixados mais de 500 milhões de aplicativos. Atualmente há mais de 1 milhão de aplicativos na loja, divididos em 20 categorias, de jogos a aplicativos de negócios.
  • Google Play: Lançado com o nome de Android Market em 2008, pouco meses depois da AppStore, a loja de aplicativos da gigante de buscas mudou de nome para Google Play em 2012 para incorporar a distribuição de músicas, filmes e livros.
  • Windows Store: Disponível para o consumidor desde o Windows 8, em 2012, a Windows Store é a mais novas das 3 grandes lojas de aplicativos. Com o lançamento do Windows 10 foi reformulada para abrigar os aplicativos Universais: aplicativos que podem ser utilizados em qualquer dispositivo com Windows 10, de smartphones a computadores tipo desktop.

 

Conclusão

A melhor definição que encontrei para a palavra revolução (no contexto deste artigo) foi: transformação profunda. Pois é exatamente isso que estamos vendo e, principalmente, vivendo.

Várias empresas milionárias surgiram a partir de aplicativos, como o Instagram, WhatsApp e Uber. Quantas mais ainda estão por surgir?

E você, vai ficar vendo essa onda passar? Ou vai entrar nela também?

Me acompanhe aqui no blog e nos demais canais (Facebook, YouTube, Instagram, etc.). Vamos juntos aprender mais sobre desenvolvimento de software e embarcar nesta revolução dos aplicativos! Depois dela, o mundo e você nunca serão como antes!

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